sábado, dezembro 07, 2002

Estamos (nós e o Pablo) no momento google!!

É, essa vida nem é facil nao.

Ok, não que eu já tenha EVER achado que era, mas de tempos em tempos tem sempre algo pra relembrar a gente disso.

Podia ser menos frequente.

sexta-feira, dezembro 06, 2002

bandeira do Brasil

olha a hora
aliás, não olha, q esse blogger não tem horário de verão
são 5:30 da manhã

q vacilo...
nosso mundo massaro blogueiro completou 1 ano de vida e a gente não lembrou, não comemorou, nada.
começamos em 23/11/2001, aqui.

hummn... PARABÉNS?!:)

E aí, o que você fez ontem?
Eu fui ao lançamento de um livro, num barzinho cool de Botafogo, com intelectuais cool, pessoas de estilo, sabe? Aquela gente que sempre está nos lugares certos, nas ocasiões certas, porque elas sempre sabem o que está acontecendo de interessante na cidade. Está bem, isso foi um exagero, também estavam lá pessoas normais, que só queriam prestigiar um amigo ou encontrar outras pessoas normais.
E depois?
Ah, depois eu fui ao Zero Zero, nunca tinha ido lá. Não sei se gostei, achei o clima meio falso. A música até era boa, mas as pessoas pareciam fazer um certo esforço na tentativa de mostrar para os outros que estavam se divertindo. Eu me senti num comercial da Smirnoff Ice. O que salvava era música. Muito boa. Já disse isso, não?
Zero Zero, acho que já ouvi falar. É na Gávea?
É. Engraçado, eu nunca vou à Gávea, mas hoje eu fui lá duas vezes. De tarde para devolver um cd e à noite para encontrar uns amigos. É sempre assim, eu passo anos sem ir num lugar, e num dia, ou numa semana, vou lá no mínimo duas vezes. Parece que o lugar me atrai. E eu fico pensando “o que eu vim fazer aqui?”, como se houvesse alguma razão para eu estar ali tantas vezes seguidas. Eu sempre acho que vou encontrar alguma resposta, que alguma coisa vai acontecer e eu vou ver a luz. Estranho isso. Eu estou sempre buscando um sinal, uma resposta para sei lá o que.
Nada está de fato me incomodando, mas também nada me dá a paz que eu preciso. Às vezes eu me sinto como se estivesse flutuando em mim mesmo. Completamente desconectado do mundo, das pessoas, e até certo ponto, de mim mesmo. Como se existisse uma dúvida sempre me perseguindo, martelando na minha mente uma pergunta que eu não sei qual é. Para mim, nada é certo, eu nunca consigo decidir entre duas ou mais alternativas, tudo é amplo demais, abstrato demais e (o que me irrita profundamente), na grande maioria das vezes, superficial demais.
Todos tentam ser alguém interessante, mas não passam de posers, tão óbvios, fazendo uma imagem de si mesmos para os outros que também estão tentando desesperadamente. Tão desesperadamente, que nem sabem mais que estão tentando, porque eles realmente acreditam que são a imagem que tentam projetar. As pessoas são complicadas demais. Às vezes eu queria que as coisas fossem um pouco mais simples. Um pouco mais como a água, ou como eu já fui um dia, quando era muito pequeno. Eu também estou impregnado, eu também faço parte desse teatro, mas tem horas, ou melhor, frações de segundos, que eu paro e penso.
Sobre o que?
Ah, sobre a vida, sobre as pessoas, sobre as relações que as pessoas têm com a vida. Sobre o que eu quero ser, o que eu posso ser, o que eu posso fazer e o que eu apenas gostaria de fazer, mas me falta coragem para arriscar. Muita gente me diz que eu penso demais, e eu acho que concordo com isso. Porque algumas vezes eu já achei que a minha cabeça fosse explodir, de tantos pensamentos que eu tinha. Eu tinha que parar e começar a contar. Um, dois, três, vinte e sete, cinquenta e dois, até meu coração voltar ao ritmo normal. Eu me lembro de uma vez que cheguei até 325. Foi quando eu pensei em me matar.
E você teria coragem?
No fundo, para dizer francamente, acho que não. O que eu queria na verdade era o coma. Eu queria hibernar, só acordar quando aquela angústia toda já tivesse acabado. Minha cabeça rodava e doía. Meu corpo todo doía, e a pior parte era o coração. Parecia que alguém tinha entrado no meu peito e esmagava o bichinho com as duas mãos. Sensação esquisita. Era uma pressão forte, e também tinha o estômago revirado e as mãos trêmulas. Nunca mais quero me sentir assim. Nunca mais.
Isso já faz bastante tempo. Graças a Deus, esta foi a única vez. Depois disso, eu nunca mais quis o coma, ou morrer ou qualquer coisa parecida. Fiz as pazes com a vida. Ainda falta me acertar com o mundo e com as pessoas. Essa minha vontade de ficar quieto, de não falar com ninguém, de me perder nos meus pensamentos e deixar tudo mais de lado, tem me preocupado. Eu gosto das pessoas. Bem, de alguma delas, mas não as compreendo. Eu simplesmente não consigo entender isso que elas chamam de felicidade. Nem me lembro mais qual foi a última vez em que fui feliz. Acho que foi no ano passado, quando eu beijei alguém que eu nunca imaginaria, que estava tão fora do meu alcance que eu nunca nem havia sonhado, que era irreal demais para acontecer. Só que aconteceu. E naquela noite eu me lembro de ter pensado “acho que é isso que as pessoas sentem quando estão felizes”. Não, eu não me lembro da sensação, só lembro do pensamento mesmo.
E o que aconteceu com a garota?
Não sei. Eu senti medo.
Dela?
Não, da felicidade. Eu me senti pequeno demais no universo gigante. Parece besteira, mas não é. Foi quando eu percebi pela primeira vez, o quanto a minha existência é insignificante, que tudo continua exatamente do mesmo jeito se eu deixar de ser. É lindo, mas ao mesmo tempo assusta. E por isso eu nunca liguei para ela. E também porque ela não era tão interessante quanto eu pensava. No final da noite eu comecei a perceber que ela estava mais ligada nos amigos, ou melhor nas imagens que os amigos teriam dela comigo, que com nós dois. Perdeu a graça. Eu me senti uma fotografia bonita de uma revista de moda medíocre. Estou cansado disso, dessa falta de prazer em fazer as coisas. Tudo é tão mecânico que perde o sentido.
E as coisas precisam ter sempre um sentido? Por que você não vive e deixa tudo rolar naturalmente? O seu problema é que você se preocupa demais.
Eu sei. Desde que eu sou pequeno as pessoas me dizem que eu sou do contra, que eu nunca concordo com nada, que estou sempre reclamando. Não é bem assim. Eu assumo que me preocupo, que reclamo e que questiono, mas se eu faço isso é porque, pelo menos, eu estou buscando a minha resposta. Na verdade, acho que o que eu quero é a cura pra mim mesmo, pra minha doença que eu acho que está me corroendo por dentro. É difícil não querer nada. As pessoas acham que se você não tem desejos, você também não tem decepções. Eu digo que se eu não sei o que eu quero, eu também não tenho realizações, eu não tenho um objetivo. Eu não tenho uma razão.
Mais um?
Não obrigado, pode fechar a conta que já está tarde.

Rio, 06/12/2002

quinta-feira, dezembro 05, 2002

Half of what I say is meaningless
But I say it just to reach you, Julia

juia, volta?

quarta-feira, dezembro 04, 2002

cara, vocês não vão acreditar...
eu tô me apaixonando!!
SÉRIO
não ri?

o pequeno probleminha é q é por ele.


why am I dealing with this feeling,
I'm maxed out like a credit card,
I'll continue to be, my worst enemy,
its easy but it seems so hard,
you'r near but you seem so far. seems so far.

lembrando sempre q eu ODEIO AS MOTOS NA CIDADE.

Fui ao cinema com o CARLOS, a juia e o ivan. A gente viu Harry PóTÃr. Muito divertido, bem mais do q eu esperava!
O Adri foi até o xópim, mas não viu o filme com a gente. Aliás, q coisa irritante a musiquinha de natal q tava tocando no botafogo praia shopping. Já é um saco ter q subir 437 escadas rolantes, com aquela musiquinha então, virou tortura.
Queridos, valeu mesmo pelo programinha no fim da noite! Foi bom até pra me relaxar nos estudos.

Na volta pra casa (ê caronão) descobri q tem coisas q, se eu não conto no blog, ninguém fica sabendo (amigos, eu ainda tenho telefone, mkay?).
Vou contar o q me aconteceu no sábado passado: saí de casa bela e contente, umas 5 e meia da tarde, pra ver o Glamourama na ECO (onde rolou um tal "Sararte"). Fui de carro. Mas não cheguei lá.
A uns 4 km de casa, um motoqueiro completamente desorientado tentou cortar caminho por dentro do meu carro, parece-me q em cima da hora ele desistiu, resolveu me cortar pela direita, mas, oh!, não dava mais tempo, ele se estatelou com a moto na traseira do Bola, e saiu rolando no asfalto, por uns 2 ou 3 metros. A mim, só restou ver pelo retrovisor a moto já mto próxima, como o farolzão aceso, e mal tive tempo de pensar "q maluco!", senti a batida e vi o cara rolando ao lado do meu carro... nada de mto grave lhe aconteceu, mas ele conseguiu ralar TODAS a partes do corpo, deve estar doendo até agora, pobre motoqueiro!
Prejuízos: uma lanterna quebrada, um pneu rasgado, pára-choque lateral arrebentado, 4 horas na delegacia.

FELIZ ANIVERSÁRIO, CABLE!
Venha buscar os favores sexuais que você ganhou na promoção do visitante número 10.000!!

ps: a Guega tb ganhou. não os favores, a promoção!
seu prêmio ainda não está mto bem definido...

e é por isso q eu digo: vc pode dar um rim pra alguém, q esse alguém vai te sacanear. é só questão de tempo...

sabe uma coisa q é foda? quando vc se apaixona e quebra a cara.
sabe uma coisa q é mais foda ainda? quando vc sabe q é um amigo seu q vai quebrar a cara.
ou um, ou o outro. mas um dos dois vai sair machucado.
e sabe uma coisa q é pior ainda? q vc não se importa. pq vc não entende COMO, MEU DEUS DO CÉU, ele não percebe q vai se ferrar. q já se ferrou, pra falar a verdade.
ai, q vontade de sacudir e falar: ACORDA. Mas tem gente que escolhe não ver.
caraleo.

terça-feira, dezembro 03, 2002

Criança lindaaaaaaaaaa!

segunda-feira, dezembro 02, 2002

Hj me deu a vontade q não podia parar de fazer mais piercings. Mas nem vou. Faltam coins. Tá, eu poderia fazer pagando só a jóia, mas nem acho que seria honesto da minha parte.
Quando essa parada se definir, tvz eu faça mais alguns furos. Sei lá, uns 2 ou 3...
Ano q vem é ano de tattoo. Preciso arrumar um lugar e um desenho.

A praia hj estava perfeita.

Parada mental que eu escrevi neste finde. Óbvio q não foi bem assim.

Velha demais pra Bunker. Pro cheiro de cigarro, pro chão pegajoso. Velha demais para a vontade de tchururu, para a falta de atitude. Dançar e voltar as 6 da manhã, been there. Pensar em voltar par a casa a pé pela praia vendo o dia amanhecer. Preferir pegar um taxi. Done that. Velha demais para as bandas de rock, pra gostar de weezer. Pq quando eu não sabia quem eu era, pelo menos eu entendia o mundo. E agora que eu finalmente tenho a idéia de quem (ou o que) sou, não reconheço o cenário nem os atores. Velha. Velha e orgulhosa. E rancorosa, que aprendeu a usar o botão do foda-se, mas ainda não sabe como desligar o da decepção. Velha demais pra fingir que ainda tem 18 anos, na aparência e nas idéias. Pra se esquecer de tudo que vc já sabe. E já sabe pq já viveu, e não pq alguém contou ou pq vc leu nos livros ou viu no cinema. Pra achar (e sentir de verdade) que vai morrer cedo. E usar isto como desculpa para tantas coisas. Velha demais para continuar com medo.

Da série como filmes idiotas te fazem rever os conceitos de beleza estética

ontem eu tava assistindo um filme da leelee com a minha mãe. e ficava o tempo todo fazendo a brincadeirinha q já perdeu a graça de ficar perguntando "quem é?", "olha lá mãe, quem é essa aí?". Como a minha mãe é uma pessoa de extrema paciência, ela me respondia. Até q uma hora, num ângulo, a Leelee ficou IGUAL a mim. Bizarro. E o mais bizarro foi que pela primeira vez, eu pensei "cara, existe de fato a possibilidade de eu ficar gatchenha. eu TENHO QUE emagrecer".
É foda. Agora acabou a brincadeira. É emagrecer ou emagrecer.

e aí vc vai lá e aumenta a dose. mais craga, mais peso, mais esforço, mais rápido, as pernas tremem, os braços tremem. mais mais mais mais. só mais 10 minutos, não 15. oooops, batimento 25. então dá pra aguentar até o final. quase oito e meia. ainda faltam 17 minutos. vista escurecendo, vontade de vomitar. respira fundo. uuuuuuuuuuuiiiiiiiiiii que agora tá levinho. dá pra levar tranquilo. pronto, acabou. levanta e vai embora cambaleando. medo de cair no meio da rua. vc não tem nenhuma identidade, pára com essa frescura. anda, continua andando. não pensa. vai no automático. "quem é?" "sou eu", na verdade é só metade de "eu". ai, q vontade de me jogar na cama. de fechar o olho e dormir. "vai tomar banho pra gente jantar". ok. banho, jantar. e aí...
FELICIDADE EXTREMA E REAL

E por isso eu digo pela milésima vez: eu amo a minha droga.

eita, q calor.
estou aqui com DOIS ventiladores em cima de mim.
preciso finalizar um trabalho, pra então poder me deliciar em minha caminha, no ar-condicionado do meu quarto.
o problema é q eu não consigo terminar o trabalho.
não possuo material! não há material!
e não aguento mais fazer pesquisas na internet...
e então eu fui dar uma olhada no show do milhão, qdo uma senhora levou (finalmente) um milhão (sem responder a uma pergunta sequer), acabou o programa e começou a passar o filme conair. assiti, né?
do tipo q acha q não tem nada pra fazer.
pois bem, bateu a fome e acabei de comer uma tigelinha de sucrilhos. com leite, mas com leite frio, muito frio, porque aqui faz muito calor.

domingo, dezembro 01, 2002

ops, supresas quanto ao "visitante número 10.000"!
aguardem!

Massaro's Dancing Club em uma fase mais clean.

White boys are so lovely
Beautiful as girls
I love to run my fingers
And toes through all their curls

Give me a tall
A lean
A sexy
A sweet
A pretty
A juicy
White boy

Black boys!
White boys!
Black boys!
White boys!

Nosso visitante número 10.000 foi alguém q chegou aqui procurando por “matéria morar sozinho”.
Matéria, nós não temos. Mas você pode agendar uma entrevista com a juia. Favor passar na recepção.

Bem, eu fui a vistante dez mil e dois, veja aqui.

Esse é um post agradecimento.

Cinha, MUITO MUITO MUITO obrigada por ontem. Vc foi realmente uma amigona foda. Super especial. Valeu mesmo!
Adorei brincar de entrevista com vc e tirar onda de casalzinho gay (com direito a ter que ouvir do pagodeiro q eu não gostava da espécie dele! hahahahahahaha alguém merece?).
É isso. Só pra dizer q ontem, se não fosse por vc, a minha noite teria sido muito merda.